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Vitamina D: essencial para a saúde dos ossos

A Vitamina D é um nutriente essencial para a saúde dos ossos. Ela melhora a absorção de cálcio pelo  organismo, por isso, a deficiência está diretamente associada à ocorrência de osteoporose e fraturas. A atenção com a vitamina é ainda mais justificada por causa do estilo de vida que se leva nos grandes centros urbanos. O principal mecanismo de produção da Vitamina D é a exposição solar, o que é cada vez menos comum nas rotinas de moradores de cidades.

Dados da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia mostram que 85% dos idosos de grandes centros urbanos possuem valores inadequados da vitamina. Entre os jovens o número também é expressivo, metade dessa população tem deficiência do nutriente.

Como o problema é cada vez mais comum e bastante prejudicial à saúde, o exame que mede a concentração de Vitamina D é pedido com frequência nos check- ups de rotina. Basta um exame de sangue para apontar a quantidade de vitamina que o organismo está produzindo. Para a população geral, o valor tem que ser maior do que 20 ng/mL. Já para grupos de risco, como idosos, gestantes e pacientes com osteoporose, doenças inflamatórias, doenças autoimunes e renal crônica, a concentração recomendada é entre 30 e 60 ng/mL. Valores menores que 20 ng/mL já ligam o alerta para ocorrência de perda de massa óssea, fraturas, osteoporose e até raquitismo.

Como garantir níveis adequados de vitamina D

A principal fonte de Vitamina D é o raio solar UVB. Por isso é importante fazer caminhadas ao ar livre e usar roupas abertas. A recomendação é se expor diariamente ao sol por 15 minutos, entre 10h e 16h, sem filtro solar ou qualquer outro tipo de proteção, como o vidro de automóveis. No entanto, algumas pessoas podem ter restrições à essa recomendação, por exemplo, um paciente que tenha histórico de câncer de pele. Nesses casos, é o médico que acompanha o paciente quem irá dar a melhor orientação de como conciliar produção de Vitamina D e proteção solar.

O sol é essencial para manter os níveis adequados da vitamina, sendo responsável por cerca de 90% do que produzimos. Os 10% restantes são provenientes da alimentação. Os peixes são importante fonte do nutriente, especialmente os de água fria e o óleo de fígado de bacalhau. Pode adicionar nessa lista alimentos comuns à dieta brasileira como leite, gema de ovo e manteiga, além de shitake seco.

Quando a produção de vitamina D não é suficiente ou está abaixo do nível recomendado, a alternativa é fazer uma suplementação. A apresentação mais comum da vitamina é em formato de comprimidos. A dose adequada para cada paciente também será determinada pelo médico que fez o diagnóstico de deficiência.

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