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Saúde, bem estar, alimentação saudável e medicina.

Você é o que você come

A prevenção de grande parte das doenças, incluindo o câncer, passa por uma alimentação saudável. Largar velhos hábitos e incorporar novos alimentos é um desafio que exige dedicação. Quantas vezes não comemos sem pensar em que tipos de nutrientes estamos ingerindo? De acordo com a diretora do departamento de nutrição da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, Regina Helena Pereira, alimentação saudável é aquela que consegue suprir todas as necessidades de nutrientes sem trazer prejuízo à saúde. Essa definição já deixa claro que se alimentar bem não é apenas cortar gorduras, açúcar e sal, mas também adicionar frutas, verduras e legumes.

“Devemos ingerir um mínimo de 4 porções destes alimentos ao dia, podendo chegar a 8 ou 10 porções somando os 3 grupos (frutas, legumes e verduras). O que deve ser salientado é que as porções são apenas uma sugestão e que é melhor comer menos do que simplesmente não comer.” A especialista em nutrição também orienta sobre o consumo adequado de proteína, a quantidade diária é definida de acordo com o peso: para indivíduos saudáveis e sedentários, o indicado é comer diariamente 0,8g/\kg de peso. De acordo com essa regra, uma pessoa de 70 quilos teria que comer diariamente  56g de proteína. No entanto, para esportistas, atletas e portadores de algumas doenças, a quantidade pode ser maior.

 O corpo “fala”

 São vários os sinais que o corpo dá diante de uma alimentação inadequada, a alteração de peso é o mais comum. Podemos adicionar nessa lista dores no estômago frequentes, alterações do funcionamento intestinal e falta de energia. A má alimentação também pode causar doenças como obesidade, gastrites, esofagite, úlcera, doenças intestinais, e doenças cardiovasculares.

 A relação alimentação versus sistema digestivo merece uma atenção especial. O que você come tem impacto direto no estômago. “O estômago é sensível a produtos muito irritantes como cafeína, álcool, corantes etc. Quando comemos muita gordura o estômago sente, porque demora a esvaziar e fica mais tempo exposto aos ácidos da digestão. Tem também o excesso de líquidos que pode diminuir a velocidade do esvaziamento, provocando distensão e refluxo.”, destaca a nutricionista Regina Helena Pereira.

Outra questão que sempre surge quando se fala em dieta é a restrição a vários tipos de alimentos.  A nutricionista da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo explica que na alimentação o único componente que não traz nenhum benefício nutricional é a gordura trans. Todos os outros componentes alimentares possuem seus benefícios, no entanto alguns precisam ser controlados ao invés de eliminados, como sal e açúcar. Até mesmo bebida alcoólica está liberada, com bom senso: “em doses moderadas é liberado, pois há evidências do papel neutro do álcool quando ingerido em pequenas doses, podendo ser desfrutado com parcimônia”.

Faça escolhas saudáveis e aproveite esse grande prazer que é comer!

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